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17ª Jornada de Psicologia do Contato

NA CALMA DO OLHO DO FURACÃO: BUSCANDO SERENIDADE NO MEIO DO CAOS

Este ano nossa jornada nos convida a participar de atividades que ajudem a pessoa a reencontrar um lugar interno de sustentação, presença e sentido, mesmo em meio ao caos.

 

Depois de um ano desafiador, que de muitas formas, ainda reverbera em nós como indivíduos e terapeutas,  temos escutado, com frequência, um sentimento comum entre muitas pessoas: o de estarem esvaziadas, desconectadas de si mesmas, sem direção ou propósito. Como se, pouco a pouco, fossem sendo puxadas para fora do próprio centro, atravessadas por exigências, responsabilidades e pressões que não cessam.

Foi a partir dessa escuta que nasceu um novo tema para a nossa jornada.
Um convite sensível e necessário: como recuperar o próprio eixo.


Serão 15 atividades entre oficinas, vivências, workshops, palestras com vivências e roda de conversa, distribuídas em 4 blocos de programação, com direito a um momento de abertura e pausa para um delicioso coffee break.


A Jornada é aberta a psicólogos, estudantes e todas as pessoas interessadas em se aproximar do universo da Psicologia e da Gestalt-terapia, mesmo sem formação na área. Uma oportunidade de encontro, troca e aprofundamento que celebra a riqueza dos caminhos que temos percorrido juntos.


Venha conosco reviver e reinventar os caminhos da escuta, do afeto e da presença!

16/05 - 8h às 18h

eSuites Hotel - Anexo ao Recreio Shopping

Avenida das Américas, 19021 - Recreio dos Bandeirantes

Programação

Abertura

8h

Credenciamento

8h30

Abertura Formal

8h40 - 9h

Atividade de Abertura

9h20 - 9h40

Coffee Break

1º Bloco | 9h50 - 11h20

OFICINA

Escrita reflexiva: um recurso para autorregulação em tempos difíceis

Em certos momentos, a vida nos coloca diante do inesperado, situações que nos mobilizam e nos convidam a olhar para dentro.


Como atravessar essas experiências?


A escrita pode ser um caminho.


A proposta é promover um espaço seguro de cuidado, criação e escuta, favorecendo processos de reflexão através da criatividade. 


Uma oficina que tem o objetivo de oferecer, através da escrita, um caminho de contato e expressão em meio ao caos.

Mônica Moura Roza (CRP: 05/22531) e Raquel Ahouagi Naves (CRP: 05/80131)

OFICINA

No olho do furacão: as máscaras que construímos para sobreviver

Desde a infância, somos atravessados por expectativas. Para encontrar nosso lugar no mundo e para lidar com situações difíceis, criamos formas de nos adaptar. Surgem então os nossos personagens, as máscaras que vestimos nas relações. Mas será que elas ainda nos servem hoje?


Esta oficina é um convite para entrar, por alguns instantes, no olho do furacão: um espaço de pausa e consciência no meio das demandas da vida. Vocês serão convidados à explorar caminhos de integração entre suas defesas e autenticidade. É um encontro para sentir e integrar, buscando serenidade no meio do caos que também nos constitui.

Victória Clapp Pereira Carino (CRP 05/75400) e Giullia Muniz F. Castellano (CRP 05/81084)

WORKSHOP

Vivendo ou sobrevivendo: O poder da pausa

Muitas vezes, a pessoa perde a capacidade de perceber o valor da pausa e passa a viver como se estivesse em uma tarefa interminável, sempre correndo, sempre tentando dar conta de tudo. É como uma escalada ao Monte Everest, sem nenhuma parada para respirar. Por isso, o nosso objetivo não é ensinar a você como fazer mais, é convidá-lo a experimentar algo que pode mudar o ritmo frenético da vida: pausar.

Juliana C. Vitorino Escabin (CRP 05/48000) e Thaís Fagundes Lagoas do Canto (CRP 05/55170)

WORKSHOP

As coisas que meu corpo diz quando eu não sei falar

Entre demandas intermináveis e o cotidiano que dificultam o olhar para nós mesmos, a consciência das mensagens corporais muitas vezes não é priorizada. Não raramente nesses momentos nosso corpo busca, de forma singular, voltar nossa percepção para essa experiência interna que se apresenta. Seja através de uma dor, uma dificuldade, uma sensação ou coloração diferenciada, o corpo fala em seu dialeto particular. Trazemos aqui um convite para juntos experimentarmos escutar o que nosso corpo tem para nos ensinar sobre como sentimos e quem somos.

Rafael Farah (CRP 05/53958) e Júlio Mosquera (CRP 05/80234)

2º Bloco | 11h30 - 13h

PALESTRA VIVENCIAL

Do excesso à presença: compreendendo a ansiedade e a depressão na perspectiva gestáltica.

Vivemos no tempo do excesso: excesso de informações, de cobranças, de expectativas. No meio disso, algo se perde: a presença. A ansiedade pode ser o grito de uma vida acelerada demais. A depressão, o silêncio de uma vida que perdeu o sentido do contato. Mas e se, em vez de apenas combater sintomas, pudéssemos escutar o que essas experiências têm a nos dizer? Nesta palestra, baseada na Gestalt-terapia e no pensamento de Fritz Perls, propomos um olhar provocador sobre ansiedade e depressão: compreendê-las como formas de interrupção do contato com a vida. Percorrendo o caminho da criança ao adulto, vamos refletir sobre como aprendemos a nos afastar de nós mesmos e como podemos recuperar a experiência de estar presentes. O encontro inclui também uma experimentação prática, convidando os participantes a perceber, no próprio corpo e na própria experiência, o movimento entre excesso, retraimento e presença. Mais do que uma palestra, um convite à consciência.

Cláudia Venâncio (CRP 05/23930) e Marcella Rocha (CRP 05/67867)

OFICINA

Transformando afetos caóticos em pensamentos elaborados: a função continente do terapeuta.

As emoções se manifestam através de uma mescla de reações físicas e psicológicas. Portanto, a forma de reagir aos fatos e circunstâncias é impactada pelas emoções. A proposta deste trabalho é de ajudar a pessoa a perceber e avaliar os sentimentos e emoções através do autoconhecimento e da ampliação de awareness, a mobilizar recursos para o equilíbrio físico e emocional, além de possibilitar decisões menos reativas.

Rosana Valente (CRP 05/51388)

RODA DE CONVERSA

As possibilidades de renascimentos a partir do luto.

A gente vive lutos não só por mortes, mas por perdas diversas. Quem já ficou desempregado ou apenas mudou de emprego, passou a ter alguma carência ou debilidade, mudou de cidade ou status, sabe do que estou falando. Assim, muitas vezes, nos vemos perdidos em nós mesmos, nos nossos sentimentos e pensamentos e, enxergando apenas dor, falta e/ou impossibilidade. Para sairmos desta situação precisamos nos atualizar e, às vezes, nos reinventar para podermos seguir em frente. Neste encontro, venho propor uma conversa onde possamos compartilhar ferramentas e atitudes que podem nos ajudar a "renascer" a partir de situações de luto. E aí, vamos conversar?

Rodrigo Nicolau (CRP 05/44612)

OFICINA

Entrando no olho do furacão: Um convite para experienciar a calmaria em meio ao caos. Uma oficina de possibilidades.

Em um mundo marcado por mudanças rápidas, pressões constantes e incertezas, encontrar serenidade pode parecer impossível. Usando a metáfora do mar “o surfista não controla o mar, mas aprende a ler as ondas e a mover-se com elas”, o caos ao invés de inimigo pode se tornar um mestre. A serenidade não nasce da ausência de ondas, mas da habilidade de permanecer presente dentro delas, encontrando na turbulência a calma silenciosa do mar. O nosso convite é mergulhar na vivência e experienciar a autorregulação diante das turbulências da vida.

Claudia Rangel (CRP 05/62423) e Patrícia Saavedra (CRP 05/48557)

Almoço | 13h - 14h20

3º Bloco | 14h20 - 15h50

OFICINA

Trazendo à memória o que pode dar esperança em meio ao caos: aplicação do conceito de figura-fundo em Gestalt-terapia.

A vida acontece sem nosso controle, é força indomável. Vai deixando suas marcas nas experiências que marcam nossa história. Na Gestalt-terapia, a dinâmica de figura e fundo tenta explicar o processo de satisfação das necessidades que surgem. O organismo vai se autorregulando para dar conta dos inúmeros contatos que acontecem com o ambiente e com o outro. E quão desafiador é dar conta quando o caos se instala. A terra fica ressequida pela desesperança e muitas vezes a Esperança é difícil de ser alcançada. Nesta oficina, propomos uma vivência de potencialização desta dinâmica figura-fundo e regulação organísmica, buscando usar as memórias como ferramenta de Esperança para os momentos de caos.

Cátia Regina Rodrigues Ramos (CRP 05/65130) e Lucielen Brasil (CRP 05/65232)

OFICINA

O caos do mundo e a calma no corpo: a possibilidade de permanecer em si mesmo quando o ambiente está em movimento

Em meio às pressões do dia a dia, muitas vezes nos sentimos como se estivéssemos dentro de um furacão: pensamentos acelerados, emoções intensas e inúmeras demandas acontecendo ao mesmo tempo. Mas, assim como no fenômeno da natureza, no centro do furacão existe um lugar de calma. Nesta vivência corporal, vamos explorar, através do movimento, da respiração e da percepção do corpo, a possibilidade de encontrar esse centro de estabilidade dentro de nós. Uma oportunidade de pausa, escuta de si e reconexão.

Eliane Farah (CRP 05/7347) e Claudia Rangel (CRP 05/62423)

OFICINA

Habitar o centro: mulheres entre o cuidar, o suportar e o permanecer consigo

Na contemporaneidade, espera-se que as mulheres desempenhem diversos papéis simultaneamente: cuidadoras, profissionais, mães, parceiras, organizadoras do cotidiano e, muitas vezes, sustentadoras emocionais das relações. Essa multiplicidade de funções pode gerar um processo gradual de distanciamento de si mesma, produzindo sobrecarga, exaustão e a sensação de perda do próprio eixo interno. A oficina convida as participantes a investigarem, a partir da experiência corporal, relacional e reflexiva como sustentam as demandas da vida e quais são os impactos dessas experiências no corpo e na percepção de si. O trabalho busca a ampliação da consciência, que pode favorecer o retorno ao próprio centro. Mais do que propor mudanças imediatas nas circunstâncias externas, a proposta oferece um espaço onde cada mulher possa reconhecer e experimentar a possibilidade de permanecer consigo mesma, mesmo diante das exigências da vida cotidiana.

Aline Braga (CRP 05/41978) e Lisiane Trapani (CRP 05/71548)

WORKSHOP

No olho do furacão: a importância da autorregulação à luz da Teoria Polivagal

Nosso Sistema Nervoso Autônomo (SNA), funciona como um radar, ligado e conectado ao ambiente e  ao Sistema Nervoso de outras pessoas, com o objetivo de garantir nossa sobrevivência, buscando nossa segurança e proteção o tempo todo. Nosso convite é que possamos fazer um breve passeio pelo nosso Sistema Nervoso Autônomo, mapeando-o à luz da teoria Polivagal, para que, conhecendo o funcionamento do nosso SNA, possamos encontrar, no aqui e agora, formas de autorregulação saudáveis, com envolvimento seguro no processo. O objetivo do trabalho é ampliar a awareness corporal, com o intuito de reconhecer os estados de defesa (luta, fuga e congelamento) e conexão social.

Renata Fauth (CRP 05/25802) e Inaci Araújo (CRP 05/56992)

4º Bloco | 16h - 17h30

WORKSHOP

Quantos braços uma mãe precisa? A sobrecarga da maternidade contemporânea

Ser mãe hoje pode ser atravessado por muitas exigências ao mesmo tempo, dar conta dos filhos, da casa, do trabalho, da relação, de si, e ainda sentir que nunca é o suficiente. No meio disso, é comum aparecer o cansaço, a sensação de estar falhando e a culpa. Mas e se o problema não for a mãe? Este encontro é um convite para olhar para essa sobrecarga de outro lugar. Através de uma vivência no corpo e momentos de troca, vamos explorar como essas demandas se acumulam e o que pode ajudar a encontrar mais equilíbrio no meio do caos. Um espaço para respirar, reconhecer limites e repensar o que, de fato, precisa ser sustentado.

Camila Nogueira (CRP 05/50315)

OFICINA

Como uma casa se torna habitável? Uma Releitura/Relato de moradia Assistida de mais de 15 anos coabitando com loucos

A partir desse encontro, discutiremos o caos não apenas como ameaça, mas como força que desestabiliza certezas e abre espaço para reinventar modos de habitar, cuidar e existir. O Caos não é catastrófico em si mesmo, mas para tudo aquilo que se quer conservar - e quanto maior a necessidade de conservação. Quando o conhecido se desfaz, outras formas de vida podem emergir  e talvez seja aí que algo do habitar se torna possível. Um convite aos interessados na saúde mental para refletir sobre a construção de espaços vivos, onde não se excluí, mas se acolhe. Quando Habitar e Clinicar não se difere mais.

Bruno Davelli (CRP 05/48272)

WORKSHOP

No Olho do Furacão: Reconstrução dos Acordos do Casal e Novas Possibilidades

 No centro do furacão existe um aparente estado de serenidade, enquanto ao redor ocorre um intenso caos.  De maneira semelhante, muitos casais permanecem na tranquilidade aparente dos acordos estabelecidos no início da relação, sem se dar conta das transformações e tensões que acontecem ao longo do tempo. Quando esses acordos iniciais não são revisados ou atualizados, o casal pode permanecer em uma zona de aparente estabilidade que ignora as mudanças individuais e do próprio campo relacional. A partir da perspectiva da Gestalt-Terapia, destaca-se a importância do contato, do diálogo contínuo,  e da awareness para que o casal possa reconhecer suas novas necessidades e renegociar seus acordos. Assim, a renovação dos pactos relacionais torna-se fundamental para evitar que o casal permaneça preso a um equilíbrio ilusório, possibilitando um encontro mais autêntico e vivo entre os parceiros.

Cinthia Valverde (CRP 05/70339) e Tina Geller (CRP 05/45955)

Encerramento - Auditório - 17h40 às 18h

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